A temperatura já começou a esquentar na Grécia, com a proximidade do verão. No início de maio, o país reabriu mais de 500 praias sob uma série de condições e regras. Entre elas, manter o distanciamento entre guarda-sóis e limitação no número de pessoas nas areias.

As viagens domésticas começaram a ser liberadas no fim do mês e o governo estuda maneiras de equilibrar a saúde pública com a revitalização do setor de turismo, do qual muitos trabalhadores dependem. Todas as flexibilizações são baseadas nos resultados positivos das políticas adotadas pelo país, pouco afetado se comparado aos vizinhos no continente, para o combate ao coronavírus. 

Com a retomada da vida após o confinamento, a Grécia, visando alcançar alguma recuperação econômica, tenta salvar o turismo na alta temporada que vai até setembro, fim do verão. O país é um dos mais dependentes do turismo na Europa, tendo mais de 1 milhão de gregos dedicados ao setor, que representou cerca de 12% do PIB em 2019. 

Os hotéis já estão retomando as atividades de maneira gradual assim como o comércio e as agências de turismo. Por enquanto, as empresas só podem trabalhar com clientes gregos, mas os visitantes internacionais poderão começar a chegar a partir de 15 junho, data em que os voos internacionais serão autorizados. Os aeroportos de Atenas e Tessalônica foram abertos aos turistas de 29 países da Europa, que vão passar por um teste de detecção de coronavírus ao desembarcar. Visitantes de países como França, Espanha, Reino Unido e Itália, os mais afetados pela pandemia de Covid-19 na Europa, não poderão entrar na Grécia. Assim como Brasil e Estados Unidos também estão fora da lista inicial. O objetivo é retomar o turismo com segurança. Uma nova lista será divulgada a partir do dia 1º de julho. 

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