Uma prancha e uma pipa, parece até brincadeira de criança, não é? Mas não bem assim, na verdade, estamos falando de um esporte criado recentemente que vem ganhando muita popularidade no mundo e, especialmente, no Brasil. Nosso papo de hoje é sobre kitesurf!

Mas lembre-se: antes de começar a praticar qualquer atividade consulte seu médico, procure a orientação de um profissional de educação física e não esqueça o protetor solar. Recado dado então, vamos lá. Pegue sua prancha e movimente-se!

O kitesurf ou surf com pipa é um esporte aquático, podendo ser praticado em rios, lagos e no mar. Ele utiliza uma pipa ou papagaio – como é conhecido em outros lugares do país –  e uma prancha com suporte para os pés. Seu principal objetivo é deslizar sobre a água, puxado pela pipa, ou seja, o vento é um elemento fundamental para isso. 

A modalidade é uma mistura de windsurf, surf e wakeboard. Os equipamentos utilizados são: prancha, pipa (kite), cinto, barra de controle e linhas. Com cada item no seu devido lugar, só resta “pegar um vento bom” para deslizar sobre a água.

As manobras realizadas podem ser de mudanças de direção, aéreas por meio de saltos e as feitas na onda, que são adaptadas do surf, mas com grau de dificuldade alto. As pontuações são diferentes para cada tipo de manobra. 

Nas competições de “kite”, a maior preocupação é com a segurança, tanto dos atletas, quanto do público. Cada bateria é disputada por dois atletas, que competem pela classificação para a fase seguinte. As regras para os casos de atletas que se cruzam durante a bateria são rigorosas, considerando principalmente a direção do vento. O perigo do kitesurf está nas linhas, que podem se enrolar e causar acidentes graves.

Importante: a Orla Rio esclarece que todas as dicas postadas devem obedecer aos protocolos de segurança instituídos pelo poder público enquanto a pandemia de coronavírus não estiver contida. 

Deixe um comentário

AIzaSyA5tPbYDErzSozNDJ4r7vcHSXTfKEz1oWc