Com aspecto peculiar, estima-se que esse invertebrado exista há 650 milhões de anos. A água-viva ou medusa, como é chamada em sua forma adulta, possui diversas espécies em sua família, muitas das quais recém-descobertas.

Com um formato diferenciado, ela tem o aspecto de gelatina, possui tentáculos e não se parece com nenhum animal marinho que estamos acostumados. Seu corpo é composto em sua maior parte por água. 

Sua estrutura é bastante simples, não possui órgãos, ossos, nem cérebro. A água-viva é formada por nervos em forma de feixes radiais que controlam os tentáculos e que servem para identificar a luz, detectar presenças, sentir cheiros e se orientar.

Cuidados

A água-viva possui células com substâncias tóxicas, que são utilizadas para a captura de suas presas. Esse líquido, chamado de nematocistos, fica localizado principalmente nos tentáculos. Em contato direto com a pele humana, essa substância pode provocar além de dor, sintomas como, vômitos, dores de cabeça e abdominais, sensação de constrição na garganta, paralisia, convulsões e até mesmo insuficiência respiratória. Na pele podem surgir reações alérgicas como, bolhas, vesículas e até mesmo necrose.

Assim, ao chegar à praia, esteja atento quanto à presença destes animais. Caso encontre algum, não entre em contato com ele, por mais admirável que seja. Se este estiver na areia da praia, e caso tenha condições, enterre-a com o auxílio de uma pá ou palito de picolé, a fim de que você ou outras pessoas não se machuquem.

Em caso de queimadura, não coloque nada na ferida. Não se exponha ao Sol. Procure um médico. Felizmente, no Brasil não existem espécies cujo veneno é capaz de levar a pessoa a óbito, mas fica aqui o alerta.

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