Tem prancha, mas não é surf. Tem manobras, mas não é snowboard. Usa barco, mas não é esqui aquático. Esse esporte radical tão único está presente no Brasil há mais de 20 anos. Por isso, hoje contaremos tudo sobre o wakeboard.

Mas lembre-se: antes de começar a praticar qualquer atividade consulte seu médico, procure a orientação de um profissional de educação física e não esqueça o protetor solar. Recado dado então, vamos lá. Vista seu colete salva-vidas e movimente-se!

A ideia inicial do wakeboard, quando surgiu na Califórnia, era ser uma espécie de surf em dias de ondas pequenas. Dessa forma, o praticante era “rebocado” por um barco a motor, e conseguia aproveitar o novo movimento de onda proporcionado. 

Com o tempo, a modalidade esportiva foi evoluindo, e chegou à configuração que conhecemos atualmente. Nela, o atleta deve ficar em pé na prancha e ao mesmo tempo segurar-se em um cabo ligado a um barco em movimento. Com isso, o barco forma ondas e, assim, torna-se possível fazer manobras.

Os quatro equipamentos básicos para a prática do wakeboard são: a prancha, as botas ligadas à prancha, o capacete e o colete salva-vidas. Além disso, ainda são imprescindíveis a corda ou cabo ligado a um barco, e o próprio barco motorizado. 

Essa atividade física possui diversas manobras inspiradas no snowboard. Mas atenção: por se tratar de um esporte radical é preciso ter muita cautela e atenção com os itens de segurança. De resto, é só curtir o “passeio”!

Importante: a Orla Rio esclarece que todas as dicas postadas devem obedecer aos protocolos de segurança instituídos pelo poder público enquanto a pandemia de coronavírus não estiver contida. 

Deixe um comentário

AIzaSyA5tPbYDErzSozNDJ4r7vcHSXTfKEz1oWc