Um pouco de surf, um pouco de vela. Essa mistura de modalidades é um esporte olímpico e pode ser praticado em qualquer lugar desde que tenha água e vento. Por ser polivalente, ela atrai um grande número de novos praticantes diariamente. Hoje falaremos sobre o windsurf!

Mas lembre-se: antes de começar a praticar qualquer atividade consulte seu médico, procure a orientação de um profissional de educação física e não esqueça o protetor solar. Recado dado então, vamos lá. Pegue sua prancha e movimente-se!

O windsurf tem grande aceitação no mundo dos esportes aquáticos, pois pode ser considerado uma espécie de “coringa”. Essa fama veio por ele ser uma alternativa tanto para surfistas, que em dias de ondas fracas podem surfar, quanto para os velejadores, que em dias de ventos fracos podem praticar um esporte mais radical.

Ele também proporciona uma série de benefícios aos seus praticantes, como a resistência muscular. Nele são trabalhados os músculos das pernas, braços e costas. Porém, a prática inadequada pode causar dores na região lombar, por isso é importante buscar orientação.

O conjunto dos materiais para a prática do windsurf é chamado de rig. A vela funciona como um motor. É ela que tem a função de captar o vento e mover a prancha. O mastro do equipamento tem a função de manter o formato da vela.

Como o custo do material é relativamente alto, é indicado experimentar o windsurf antes de investir o dinheiro na compra do equipamento. A segurança é fundamental e deve ser sempre seguida. Por se tratar de um esporte radical os perigos estão presentes, por isso, nunca subestime os ventos e nem o mar.

Importante: a Orla Rio esclarece que todas as dicas postadas devem obedecer aos protocolos de segurança instituídos pelo poder público enquanto a pandemia de coronavírus não estiver contida. 

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