Um estudo publicado na revista Science afirma que 60% das espécies de peixes podem não sobreviver até o ano de 2100 se o aquecimento climático atingir o pior cenário. Foram analisadas 694 espécies de peixes de água doce e salgada.

O trabalho considerou especificamente o quão vulnerável à temperatura muda as diferentes espécies nos estágios iniciais da vida. À medida que as temperaturas aumentam, peixes consomem mais energia e requerem mais oxigênio.

Mas com o calor, há menos oxigênio disponível. Essas circunstâncias são particularmente difíceis para os embriões, já que não conseguem regular seus níveis de oxigênio, e para os peixes reprodutores, que precisam de oxigênio extra para produzir os filhotes.

Os pesquisadores consideram que algumas espécies são mais adaptáveis. As espécies oceânicas podem se mover para áreas mais frias, se estiverem disponíveis. Mas os peixes de água doce são limitados geograficamente pelo rio ou lago em que estiverem.

Esse estudo não é novidade. Em fevereiro de 2019, o New York Times estampou em suas páginas que “o mundo está perdendo peixes enquanto os oceanos aquecem”.

Fonte: marsemfim.com.br com adaptações.

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