Ringue, saco de pancada, manoplas e luvas. Até aí tudo bem, parece um equipamento usado na prática de artes marciais em academias, mas, neste caso, temos também pé na areia, brisa do mar e a praia como plano de fundo. Por isso, vem com a gente conhecer o beach boxing.

Mas lembre-se: antes de começar a praticar qualquer atividade consulte seu médico, procure a orientação de um profissional de educação física e não esqueça o protetor solar. Recado dado então, vamos lá. Calce suas luvas movimente-se!

O beach boxing ou boxe de praia nasceu nas areias da Barra da Tijuca, em 2015, e, desde então, vem se popularizando e ganhando espaço no Rio, no Brasil e no mundo. A luta segue as diretrizes do boxe de arena, mas possui algumas adaptações que dão mais dinamismo e leveza à modalidade. 

Ringue menor, rounds reduzidos, luvas maiores e atletas descalços são algumas das características próprias do beach boxing. Apesar das regras ajustadas, a praia é o grande diferencial para quem pratica a modalidade. A união das artes marciais com a energia do local cria uma atmosfera única para os praticantes.

No beach boxing não há restrição de idade, gênero ou classe social. Por ser uma arte marcial, suas principais diretrizes são a disciplina e o respeito ao espaço e a individualidade de cada atleta.

Importante: a Orla Rio esclarece que todas as dicas postadas devem obedecer aos protocolos de segurança instituídos pelo poder público enquanto a pandemia de coronavírus não estiver contida.

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