No próximo ano teremos que discordar do clássico de Jorge Ben Jor: em fevereiro não tem carnaval. Afinal, a pandemia que assolou o mundo em 2020 fez com que as autoridades locais  e líderes do carnaval adiassem a folia. Seguindo os mesmos passos de São Paulo e Salvador, o Rio de Janeiro vive a expectativa da vacinação no primeiro semestre de 2021, e, assim espera realizar a festa na primeira quinzena de julho. 

A Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa), trabalha com uma proposta de fazer os desfiles entre 10 e 11 de julho. O martelo ainda não foi batido porque a decisão final depende da disponibilização de uma vacina contra a Covid-19 e a tendência é que a escolha da data seja alinhada com as de outras cidades que tiveram o evento adiado. Há também uma expectativa da associação na aprovação de um projeto de lei que prevê a criação de um feriadão entre 8 e 11 de julho. 

O objetivo é fomentar o turismo e aquecer a economia que será duramente impactada pelo cancelamento da festa. O carnaval atrai milhares de turistas, movimenta e gera centenas de empregos diretos e indiretos. 

O presidente da Liesa afirmou que a intenção em discutir soluções agora é já antecipar a possibilidade de realizar o desfile, preparar as escolas e traçar uma estratégia para o momento em que a vacina e um calendário de imunização forem divulgados.  

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