Um balanço divulgado pela Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (ASSERJ) mostra que mais de 8,1 bilhões de sacolas plásticas foram tiradas de circulação no Estado do Rio. No ano de 2021, já havia registrado um decréscimo considerável no número de sacolas descartadas no meio ambiente: 2,7 bilhões. Tais resultados são produto direto da Lei Estadual 8.473/19 (Lei das Sacolas Plásticas), que, em julho, comemora seu terceiro ano de vigência.

Segundo a Associação, os resultados poderiam ser mais favoráveis, se não fossem as leis promulgadas que, ao proibirem a venda a preço de custo, fazem com que o consumo de sacolas plásticas aumente, levando ao seu descarte inadequado no meio ambiente.

As sacolas usadas atualmente são produzidas com mais de 51% de material de fontes renováveis, sendo que o restante do material usado é proveniente de material reciclável. Em média, os supermercados cobram R$0,5 a R$ 0,10 por sacola, o que segundo a ASSERJ não gera lucro para os estabelecimentos. A cobrança teria apenas o objetivo de desestimular o consumo das sacolas, criando o hábito do uso de bolsas retornáveis por parte dos consumidores.O Rio de Janeiro foi o primeiro Estado no Brasil a adotar tal medida, sendo seguido por outras unidades federativas, como Pará e Manaus.

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