TBT: Relembre o Mutirão do Arpoador

TBT: Relembre o Mutirão do Arpoador 5

Hoje é quinta-feira, logo, é dia de TBT (Throwback Thursday) e se é para relembrar algo memorável temos que fazer com estilo. Então, nada melhor do que um Mutirão de Limpeza para isso. Há 1 ano atrás, em uma quinta-feira, dia 11 de novembro de 2021 aconteceu uma limpeza na pedra do Arpoador que envolveu a Subprefeitura do Rio, a Secretaria de Meio Ambiente, a Comlurb, o Recicla Orla e muitas outras instituições. 

O evento, organizado pela Recicla Orla e outras organizações, contou com grandes figuras para ajudar na limpeza, como a subprefeita Ana Ribeiro e moradores do local. Ao todo foram mais de 70 pessoas na ação. No início do evento as participantes escolheram uma dupla e receberam luvas para proteção e sacos para guardar a sujeira encontrada. Importante avisar que os sacos utilizados são reciclados e reutilizados em outros eventos. 

Itens de plástico e bituca de cigarros ficaram entre os mais encontrados no Arpoador, isto só é a confirmação de estudos já realizados. Como o estudo realizado pelo projeto Lixo Fora D’Água que é coordenado pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) e um acordo de cooperação com a ISWA (associação internacional de resíduos sólidos), com apoio da Agência de Proteção Ambiental da Suécia que aponta que já foram encontrados mais de 200 mil bitucas de cigarro, 15 mil lacres, tampas e anéis de lata, 150 mil fragmentos de plásticos diversos.

Ao final do evento foi calculado quanto de lixo havia na Pedra do Arpoador, o número chegou a quase 50kg. A quantidade é muito significante, pois mostra a atitudes de indivíduos com uma paisagem tão bonita. Por isso, se você quer curtir o Maior Verão da História não se esqueça de jogar o lixo no lixo, dar preferência à objetos recicláveis. 

VOCÊ VAI GOSTAR DE VER TAMBÉM…

Domingo de experiências no Tia Augusta

Domingo de experiências no Tia Augusta

Há mais de 60 anos, um pequeno negócio nascia na Barra da Tijuca sob o vigor da  portuguesa Maria Augusta Ferreira que, naqueles tempos, nem podia imaginar a proporção que